A seleção do material é a primeira decisão de engenharia que define custo, prazo e desempenho de uma peça usinada. Antes da escolha da máquina, da estratégia de corte ou do acabamento, o material determina o envelope de possibilidades, define os tratamentos térmicos viáveis e estabelece a vida útil do componente em operação. Engenheiros experientes sabem que especificar incorretamente o material desloca o problema para o restante do ciclo, gerando retrabalho, descarte de matéria-prima e renegociação de prazo com o cliente final.
Este guia consolida em referência única as principais classes utilizadas em usinagem industrial no Brasil: aços carbono ABNT 1020 e 1045, aços-liga ABNT 4140 e 8620, aços inoxidáveis austeníticos AISI 304 e 316, ligas de alumínio AA 6061 e AA 7075, além das ligas de cobre aplicadas em componentes de deslizamento. Cada classe é apresentada com propriedades mecânicas típicas, índice de usinabilidade, parâmetros de corte recomendados e aplicações industriais consagradas, com base em normas e prática de fabricação.
Aços carbono comuns — ABNT 1020 e 1045
Os aços carbono representam a base estrutural da maior parte das peças mecânicas fabricadas por usinagem no Brasil, em razão da disponibilidade ampla, do custo competitivo e da previsibilidade metalúrgica. A norma ABNT NBR NM 87 organiza esses materiais pelo teor nominal de carbono, indicado nos dois últimos dígitos do código de quatro algarismos, sendo 1020 e 1045 os representantes mais utilizados.
A diferença essencial entre os dois reside no teor de carbono, que altera dureza, resistência e comportamento durante o corte. O 1020 tem entre 0,18% e 0,23% de carbono, enquanto o 1045 contém entre 0,43% e 0,50%. Essa variação aparentemente pequena produz peças com perfis de resistência completamente distintos e exige ajustes nos parâmetros de usinagem.
1020 — propriedades, usinabilidade e aplicações
O ABNT 1020 apresenta dureza típica entre 110 e 140 HB no estado laminado a quente, com limite de resistência à tração próximo de 380 MPa e alongamento superior a 25%. A combinação de baixo carbono e estrutura ferrítico-perlítica confere ao material excelente conformabilidade, soldabilidade alta e usinabilidade considerada padrão de referência prática para a maioria das fabricantes brasileiras.
O índice de usinabilidade do 1020 situa-se em torno de 65% a 72% quando comparado ao aço de fácil corte ABNT 1212, adotado como referência 100. A formação de cavaco tende a ser longa e contínua, o que exige quebra-cavaco bem dimensionado no inserto e cuidado com o emaranhamento na ferramenta. Aplicações típicas incluem eixos de baixa solicitação, parafusos especiais, suportes, flanges, gabaritos e componentes de máquinas em geral.
1045 — quando substituir o 1020
O ABNT 1045 é o substituto natural quando a peça exige maior resistência mecânica sem migrar para um aço-liga. Sua dureza típica varia entre 170 e 210 HB no estado laminado, com resistência à tração próxima de 625 MPa e alongamento entre 12% e 16%. É o material padrão para eixos, parafusos solicitados, pinhões, engrenagens de baixa demanda e componentes que serão temperados superficialmente por indução.
O 1045 responde bem ao tratamento térmico de têmpera e revenido, alcançando dureza entre 50 e 58 HRC na camada temperada. Seu índice de usinabilidade fica entre 55% e 60%, requerendo velocidades de corte ligeiramente menores e maior atenção à refrigeração para evitar encruamento superficial e perda de acabamento.
Diferenças metalúrgicas que afetam o resultado da usinagem
O aumento do teor de carbono eleva a fração de perlita na microestrutura, que é mais dura e abrasiva que a ferrita. Isso explica por que o 1045 desgasta a ferramenta mais rapidamente que o 1020 e gera cavaco mais segmentado. A escolha entre os dois materiais não deve ser feita apenas pelo custo da matéria-prima, mas pela função real da peça e pelo tratamento térmico previsto.
- 1020: peças sem solicitação mecânica relevante, suportes, gabaritos, dispositivos, componentes soldados.
- 1045: eixos, parafusos solicitados, engrenagens leves, pinos, componentes a serem temperados por indução.
- Critério prático: se o desenho indica têmpera superficial ou exige limite de escoamento acima de 350 MPa, especifique 1045.
Aços-liga — ABNT 4140 e 8620
Quando os requisitos mecânicos crescem acima do que um aço carbono pode oferecer, a engenharia recorre aos aços-liga. Esses materiais contêm elementos como cromo, molibdênio, níquel e manganês em proporções que alteram profundamente a resposta ao tratamento térmico, a tenacidade, a resistência à fadiga e a dureza alcançável. ABNT 4140 e 8620 são os dois aços-liga mais especificados em ferramentaria e mecânica de precisão no Brasil.
4140 — quando os requisitos mecânicos crescem
O ABNT 4140 é um aço cromo-molibdênio de média liga, com aproximadamente 0,40% de carbono, 0,90% de cromo e 0,20% de molibdênio. No estado recozido apresenta dureza próxima de 200 HB, e após têmpera e revenido alcança facilmente 300 a 350 HB com limite de resistência entre 950 e 1.100 MPa. É o material padrão para eixos sob fadiga, virabrequins, eixos de transmissão, peças de bombas de alta pressão, hastes de cilindros hidráulicos e ferramentas industriais.
Sua usinabilidade no estado recozido fica em torno de 55% a 65% da referência 1212, e cai significativamente após têmpera. Por isso, a regra geral consagrada é usinar o 4140 no estado pré-temperado, com dureza próxima de 28 a 32 HRC, deixando apenas operações de acabamento e retificação para depois do tratamento térmico, quando aplicável.
8620 — aplicações de cementação
O ABNT 8620 é um aço-liga de baixo carbono, com aproximadamente 0,20% de carbono, 0,50% de cromo, 0,55% de níquel e 0,20% de molibdênio. A baixa porcentagem de carbono o torna pouco interessante por si só, mas o material foi projetado para receber tratamento de cementação, processo no qual a superfície absorve carbono em forno e atinge dureza superficial entre 58 e 62 HRC após têmpera, mantendo o núcleo dúctil e tenaz.
Essa combinação de superfície dura e núcleo tenaz torna o 8620 a escolha natural para engrenagens, pinhões, eixos com camada endurecida, buchas estriadas e componentes sujeitos simultaneamente a desgaste superficial e choque. Sua usinabilidade no estado fornecido é razoável, entre 55% e 60%, e toda a usinagem deve ser executada antes da cementação, deixando sobremetal para retífica final que corrigirá distorções térmicas.
Usinar antes ou depois do tratamento térmico
Essa é uma das dúvidas mais frequentes em engenharia de produção. A resposta depende da combinação material-tratamento, mas o princípio geral é claro: usine no estado mais favorável à ferramenta e deixe para depois do tratamento apenas o que for estritamente necessário. Em aços que distorcem com o tratamento, prevê-se sobremetal para retífica posterior.
Antes do tratamento térmico: execute todas as operações de desbaste e semiacabamento. Aços recozidos ou pré-temperados oferecem usinabilidade superior e permitem velocidades de corte mais altas, com menor desgaste de ferramenta. Deixe sobremetal de 0,3 a 0,8 mm em superfícies funcionais que serão retificadas após o tratamento.
Depois do tratamento térmico: reserve para retífica, brunimento, eletroerosão ou operações de acabamento que exijam tolerâncias estreitas ou superfícies espelhadas. Usinar um aço com dureza acima de 50 HRC com inserto convencional é tecnicamente possível, mas economicamente desvantajoso na maioria dos casos.
Exceção: peças cementadas como engrenagens em 8620 devem ter dentes usinados antes da cementação e retificados depois, para corrigir a distorção térmica do tratamento. Em 4140 pré-temperado para 28-32 HRC, é possível usinar com insertos revestidos sem retífica posterior em muitas aplicações.
Aços inoxidáveis austeníticos — 304 e 316
Os aços inoxidáveis austeníticos AISI 304 e 316 dominam as aplicações industriais em ambientes corrosivos, sanitários, farmacêuticos, alimentícios e químicos. A estrutura austenítica, mantida pela presença de níquel acima de 8%, confere ao material excelente ductilidade, soldabilidade e resistência à corrosão, mas impõe desafios significativos durante a usinagem.
304 — aplicação geral em ambiente corrosivo moderado
O AISI 304 contém aproximadamente 18% de cromo, 8% de níquel e baixo carbono, com dureza típica entre 170 e 200 HB no estado solubilizado e resistência à tração próxima de 580 MPa. É o inox de aplicação geral, usado em tubulações, reservatórios, equipamentos sanitários, peças de cozinha industrial, componentes externos expostos à atmosfera e dispositivos onde a contaminação ferrosa não é tolerada.
Sua usinabilidade fica em torno de 45% da referência 1212, classificando-o como difícil de usinar. O principal problema é o forte encruamento durante o corte, que endurece a camada superficial e exige avanços firmes e contínuos para que a ferramenta corte abaixo dessa camada. Velocidades de corte muito baixas ou paradas durante o passe agravam o problema e levam à falha prematura do inserto.
316 — quando o cloreto entra em cena
O AISI 316 difere do 304 pela adição de 2% a 3% de molibdênio, que melhora drasticamente a resistência à corrosão por pite em ambientes contendo cloretos, como água do mar, ambiente marinho, indústrias químicas e processos farmacêuticos. Suas propriedades mecânicas são similares ao 304, com dureza entre 170 e 220 HB e resistência à tração próxima de 580 MPa.
O molibdênio, no entanto, agrava as dificuldades de usinagem. A usinabilidade do 316 cai para cerca de 36% a 42% da referência, exigindo redução adicional de velocidade de corte e uso obrigatório de lubrirrefrigeração abundante. O custo da matéria-prima também é significativamente superior ao do 304, refletindo o teor de molibdênio e níquel no mercado internacional.
Por que 316 quebra mais ferramenta — encruamento e calor
Dois fenômenos explicam o desgaste acelerado nos inoxidáveis austeníticos. O primeiro é o encruamento por deformação plástica: a austenita, quando deformada pelo corte, endurece localmente e cria uma camada que pode ultrapassar 400 HB em microdureza, exigindo que o passe seguinte rompa essa camada. O segundo é a baixa condutividade térmica do inox, que mantém o calor concentrado na aresta de corte e na peça, em vez de dissipá-lo pelo cavaco como ocorre nos aços carbono.
Na prática, isso significa que velocidades de corte para 304 ficam entre 120 e 180 m/min com insertos revestidos, e para 316 entre 90 e 150 m/min. O avanço deve ser firme, entre 0,15 e 0,30 mm por rotação no torneamento, e a refrigeração precisa ser abundante e direcionada à aresta.
Ligas de alumínio — 6061 e 7075
As ligas de alumínio ocupam espaço crescente em projetos industriais brasileiros, em razão da combinação de baixa densidade, boa resistência à corrosão atmosférica, alta condutividade térmica e excelente usinabilidade. As séries 6000 e 7000 concentram as aplicações estruturais e de precisão, sendo AA 6061 e AA 7075 os representantes mais especificados.
6061 — o alumínio estrutural de maior uso
A liga AA 6061 contém magnésio e silício como elementos principais de liga, oferecendo boa resistência mecânica combinada com excelente soldabilidade e resistência à corrosão. No estado de tratamento T6, o 6061 apresenta dureza próxima de 95 HB, limite de escoamento de 275 MPa e resistência à tração próxima de 310 MPa. É o alumínio estrutural padrão para dispositivos, gabaritos, suportes, carcaças de equipamentos, peças de pneumática e estruturas de máquinas em geral.
Sua usinabilidade é excelente, próxima de 190% da referência 1212, e permite velocidades de corte muito altas, frequentemente entre 400 e 800 m/min com insertos de metal duro afiados ou inseridos especiais para alumínio. A liga 6061 produz cavaco bem formado e responde bem ao acabamento, alcançando rugosidade Ra inferior a 0,8 µm sem operações adicionais em torneamento.
7075 — alta resistência, baixa soldabilidade
A liga AA 7075 contém zinco como elemento principal de liga, com adições de magnésio e cobre, sendo a liga de alumínio comercial de maior resistência mecânica. No estado T6 apresenta dureza próxima de 150 HB, limite de escoamento de 503 MPa e resistência à tração próxima de 572 MPa, valores comparáveis aos de muitos aços carbono. É amplamente usada em aplicações aeroespaciais, moldes de injeção plástica de protótipo, componentes de alta solicitação e peças onde a relação resistência-peso é crítica.
Sua usinabilidade é considerada muito boa, entre 130% e 160% da referência, embora inferior à do 6061. A 7075 não é recomendada para componentes soldados e apresenta menor resistência à corrosão atmosférica, exigindo anodização ou pintura em aplicações expostas. O custo da matéria-prima é significativamente superior ao do 6061, o que justifica o uso apenas quando o requisito mecânico realmente demanda.
Considerações específicas: cavaco contínuo, embutimento na fresa
O principal cuidado na usinagem de alumínio é a tendência do material a aderir à aresta de corte, formando o chamado embutimento ou aresta postiça, que degrada o acabamento e pode quebrar a ferramenta. Para evitar esse efeito, recomenda-se o uso de insertos especiais para alumínio com geometria positiva e polimento, ângulos de saída elevados e fluido de corte adequado, frequentemente à base de óleo solúvel ou MQL.
Em fresamento de alumínio em alta rotação, o cavaco contínuo pode se acumular nas canaletas da fresa, exigindo evacuação por jato de ar comprimido ou refrigeração interna pela ferramenta. A escolha correta da ferramenta para alumínio reduz drasticamente o tempo de máquina e melhora o acabamento, com ganhos diretos de produtividade.
Bronzes e ligas de cobre para componentes de deslizamento
Os bronzes ocupam espaço específico em peças que exigem propriedades tribológicas particulares: baixo coeficiente de atrito contra aço, boa condutividade térmica, resistência ao desgaste e capacidade de acomodar pequenas desalinhamentos. São matéria-prima padrão para buchas, mancais, anéis de deslizamento e componentes que operam em pares de contato com eixos de aço.
Bronze SAE 65 — buchas e mancais
O bronze SAE 65, também conhecido como bronze fosforoso fundido, contém aproximadamente 88% de cobre, 10% de estanho e pequena adição de fósforo. Apresenta dureza típica entre 70 e 90 HB e resistência à tração próxima de 240 MPa. É o bronze padrão para buchas autolubrificantes, mancais de deslizamento, parafusos sem-fim de baixa solicitação e componentes de bombas. Sua usinabilidade é boa, próxima de 80% da referência, e o material responde bem a operações de torneamento e furação.
Bronze TM23 — onde lubrificação é restrita
O bronze TM23 é uma liga de cobre-alumínio com adições de ferro e níquel, projetada para aplicações onde a lubrificação convencional é restrita ou inexistente. Apresenta dureza superior, próxima de 180 HB, resistência à tração acima de 700 MPa e excelente resistência ao desgaste por contato seco. É aplicado em mancais de equipamentos pesados, guias de prensa, componentes de laminação e peças que operam em ambientes com poeira ou contaminação. Sua usinabilidade é menor que a do SAE 65, exigindo velocidades de corte mais conservadoras e ferramentas afiadas.
Critérios de seleção por aplicação
A escolha do material deve seguir uma hierarquia clara de critérios técnicos, evitando especificações por hábito ou por substituição direta sem análise. A sequência consagrada na engenharia mecânica considera, nessa ordem: função da peça, ambiente operacional, solicitação mecânica, tratamento térmico previsto, exigências de acabamento e, por último, custo de matéria-prima e disponibilidade no mercado.
A tabela abaixo consolida as propriedades essenciais e os parâmetros de corte recomendados para os materiais discutidos, servindo como referência rápida durante o projeto e a programação CNC. Os valores apresentados são típicos de bibliografia consagrada e prática industrial brasileira, devendo ser ajustados em função do estado de fornecimento, do tratamento térmico aplicado e das condições reais da máquina-ferramenta.
| Material | Dureza HB | Resist. Tração MPa | Usinabilidade % | Vc m/min | Ra típico µm | Aplicação típica |
|---|---|---|---|---|---|---|
| ABNT 1020 | 110–140 | 380 | 65–72 | 180–260 | 1,6–3,2 | Suportes, gabaritos, peças soldadas |
| ABNT 1045 | 170–210 | 625 | 55–60 | 150–220 | 1,6–3,2 | Eixos, parafusos, engrenagens leves |
| ABNT 4140 recozido | 200–240 | 700 | 55–65 | 120–180 | 0,8–1,6 | Eixos sob fadiga, hastes hidráulicas |
| ABNT 4140 temperado | 300–350 | 1.000 | 35–45 | 80–130 | 0,4–1,6 | Ferramental, componentes solicitados |
| ABNT 8620 | 180–220 | 620 | 55–60 | 130–190 | 1,6–3,2 | Engrenagens, pinhões cementados |
| AISI 304 | 170–200 | 580 | 40–50 | 120–180 | 0,8–1,6 | Equipamentos sanitários, química leve |
| AISI 316 | 170–220 | 580 | 36–42 | 90–150 | 0,8–1,6 | Ambientes com cloreto, marítimo, farma |
| AA 6061-T6 | 95 | 310 | 180–200 | 400–800 | 0,4–0,8 | Dispositivos, suportes estruturais |
| AA 7075-T6 | 150 | 572 | 130–160 | 300–600 | 0,4–0,8 | Aeroespacial, moldes protótipo |
| Bronze SAE 65 | 70–90 | 240 | 75–85 | 200–350 | 0,8–1,6 | Buchas, mancais de deslizamento |
| Bronze TM23 | 170–190 | 720 | 40–50 | 90–140 | 0,8–1,6 | Mancais pesados, guias de prensa |
A leitura da tabela revela padrões que orientam a decisão. Materiais com usinabilidade abaixo de 50% impõem custo significativo de ferramenta e tempo de máquina, devendo ser especificados apenas quando a função realmente exige. Materiais com usinabilidade acima de 100%, como as ligas de alumínio, viabilizam ciclos rápidos e podem ser explorados para peças onde o aço seria sobredimensionado.
Não sabe qual material especificar?
Nossa equipe técnica avalia a função da peça e sugere o material e o tratamento térmico mais adequados — sem custo.
Da especificação ao componente entregue
A escolha consciente da matéria-prima é o ponto onde engenharia de projeto, engenharia de processo e ferramentaria se encontram. Um eixo especificado em 4140 quando o 1045 atenderia gera custo desnecessário; um suporte em 1020 quando deveria ser 1045 entrega componente que falha em fadiga. A tabela apresentada e os critérios descritos servem como ponto de partida, mas cada projeto exige análise específica que considera carga real, ambiente, ciclo térmico, processo de fabricação e custo total do ciclo de vida.
A Ferri trabalha há mais de três décadas com a faixa completa de materiais discutidos neste guia, aplicando-os em ferramental sob medida, peças de produção em série, moldes de injeção e dispositivos industriais. A combinação de conhecimento metalúrgico com capacidade de usinagem CNC permite à equipe técnica orientar o cliente desde a especificação inicial até a entrega do componente final, garantindo que cada decisão de material esteja alinhada com a função real da peça em operação.


